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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Como limpar cada tipo de panela

pia cheia com água, sabão e panelas sujas
Shutterstock
Depois de preparar e saborear a refeição, é hora de lavar a louça. É difícil encontrar quem goste desta atividade, ainda mais quando, além de pratos, copos e talheres, há uma pilha de panelas para serem limpas.
Hoje esta tarefa já não assusta tanto, pois as panelas têm sofisticados revestimentos que não deixam grudar os alimentos, tornando sua lavagem muito mais fácil. Temos que aprender a preservar estes revestimentos.
Para facilitar esta tarefa, selecionamos dicas sobre como limpar cada tipo de panela de acordo com o material de fabricação.
Panelas de Ferro Fundido
Panela de ferro fundido
Preparo da panela antes do primeiro uso: Este tipo de panela não necessita de preparo antes do primeiro uso.
Uso no dia a dia: Use exclusivamente colheres, conchas e espátulas de nylon e plástico para mexer alimentos que estiverem sendo preparados nestas panelas, pois objetos cortantes, como facas e colheres de metal riscam o revestimento e com isso a propriedade antiaderente fica comprometida.
Como lavar panelas de ferro fundido:
  • Não use objetos cortantes ou de metal para raspar o que grudou na panela;
  • Apenas encha-a com água quente e um pouco de sabão e deixe os resíduos amolecerem por algum tempo;
  • Lave com sabão neutro, de preferência em barra, para evitar que os poros da superfície de ferro retenham resíduos de detergente;
  • Após a lavagem, coloque a panela de ferro para secar ao fogo por alguns instantes até que a umidade evapore.
O que não usar:
  • Evite o uso de esponjas abrasivas, pois retiram a camada protetora da panela.
Dicas importantes:
  • Não espere o surgimento da ferrugem em sua panela, logo após a lavagem, unte-a com papel toalha embebido em óleo de cozinha. Você estará renovando a camada protetora de sua panela e impedindo que o ferro fique em contato direto com a umidade do ar;
  • Ao longo do tempo a camada protetora que foi aplicada na fabricação será substituída por outra, formada naturalmente na superfície de ferro após o uso do utensílio, principalmente para fritura;
  • Armazenar alimentos nessas panelas pode acelerar o aparecimento de ferrugem, já que em contato por várias horas com a água dos alimentos o ferro vai começar o processo de oxidação, que poderá causar alterações na aparência de alguns alimentos.
Panelas de Alumínio
Conjunto de panelas de alumínio
Preparo da panela antes do primeiro uso: Este tipo de panela não necessita de preparo antes do primeiro uso.
Uso no dia a dia: Use exclusivamente colheres, conchas e espátulas de nylon e plástico para mexer alimentos que estiverem sendo preparados nestas panelas, pois objetos cortantes, como facas e colheres de metal riscam o revestimento e com isso a propriedade antiaderente ficará comprometida.
Como lavar panelas de alumínio
  • Não use objetos cortantes ou de metal para raspar o que grudou na panela;
  • Apenas encha-a com água quente e um pouco de sabão ou detergente e deixe os resíduos amolecerem por algum tempo;
  • Lave com esponja dura, mas não abrasiva, detergente líquido ou sabão em barra;
  • Seque imediatamente para prevenir manchas.
O que não usar:
  • Evite o uso de materiais abrasivos, como saponáceos e palhas de aço, nas partes polidas de suas panelas de alumínio, assim você vai manter o seu brilho;
  • Você não deve arear essas panelas.
Dicas importantes:
  • Para renovar o brilho utilize um produto adequado para polimento de alumínio e aplique com uma flanela;
  • Para clarear e eliminar fundos queimados coloque água até a metade da panela com bastante bicarbonato de sódio e deixe ferver até clarear. Vinagre e sal de cozinha podem ser usados no lugar do bicarbonato;
  • As panelas de alumínio também podem ser colocadas em máquinas lava-louças para o término de sua lavagem.
ATENÇÃO: o alumínio se solta da panela e é depositado no alimento nela cozido. Este elemento químico faz mal à saúde. Entretanto, a quantidade que se desprende não é elevada. Logo, se você tiver panelas de alumínio não se desespere, mas quando tiver que comprar novas, escolha outro material.
Panelas de Aço Inox
Conjunto de panelas de aço inox
Preparo da panela antes do primeiro uso: Este tipo de panela não necessita de preparo antes do primeiro uso.
Uso no dia a dia: Use exclusivamente colheres, conchas e espátulas de nylon e plástico para mexer alimentos que estiverem sendo preparados nestas panelas, pois objetos cortantes, como facas e colheres de metal riscam o revestimento e com isso, a propriedade antiaderente ficará comprometida.
Como lavar panelas de aço inox:
  • Não use objetos cortantes ou de metal para raspar o que grudou na panela;
  • Apenas encha-a com água quente e um pouco de sabão e deixe os resíduos amolecerem por algum tempo;
  • Para que as panelas de aço inox fiquem sempre bonitas basta lavá-las com detergente e esponja firme não abrasiva;
  • Sempre que possível, enxague-as com água quente e seque imediatamente para que o brilho natural do material seja mantido.
Dicas importantes:
  • Alguns alimentos que possuem amido, como massas e arroz, e substâncias como o cloro contido na água e sal poderão deixar manchas. Para removê-las, passe um pano umedecido com suco de limão ou vinagre pela panela.
frigideira antiaderente
Shutterstock
Panelas com Teflon
Preparo da panela antes do primeiro uso: Para preparar sua panela antiaderente para ser usada pela primeira vez, lave-a com água quente, sabão ou detergente neutro e esponja macia. Unte com um pouco de óleo e leve ao fogo até esquentar. Este procedimento irá cozer o antiaderente e garantir uma melhor conservação do revestimento.
Uso no dia a dia: Use exclusivamente colheres, conchas e espátulas de nylon e plástico para mexer alimentos que estiverem sendo preparados nestas panelas, pois objetos cortantes, como facas e colheres de metal riscam o revestimento e com isso, a propriedade antiaderente ficará comprometida.
Como lavar panelas de teflon:
  • Não use objetos cortantes ou de metal para raspar o que grudou na panela;
  • Apenas encha-a com água quente e um pouco do sabão e deixe os resíduos amolecerem por algum tempo;
  • Lave com sabão neutro, de preferência em barra, e esponja firme não abrasiva.
O que não usar: É absolutamente proibido o uso de esponjas abrasivas e sapólios para a limpeza de panelas antiaderentes.
Dicas importantes:
Utensílios com este revestimento podem ser lavados em máquinas lava-louças normalmente. Cuidado para não risca-los.
Panelas Esmaltadas
Panela de ferro fundido esmaltada
Preparo da panela antes do primeiro uso: Este tipo de panela não precisa de preparo antes do primeiro uso.
Uso no dia a dia: Use exclusivamente colheres, conchas e espátulas de nylon e plástico para mexer alimentos que estiverem sendo preparados nestas panelas, pois objetos cortantes, como facas e colheres de metal riscam o revestimento e com isso, a propriedade antiaderente ficará comprometida.
Como lavar panelas esmaltadas:
  • Não use objetos cortantes ou de metal para raspar o que grudou na panela;
  • Apenas encha-a com água quente e um pouco de sabão e deixe os resíduos amolecerem por algum tempo;
  • Lave com sabão neutro, de preferência em barra, e esponjas firmes que não sejam abrasivas, como as de nylon ou as específicas para produtos antiaderentes.
Dicas importantes:
  • As panelas de ferro com revestimento de esmalte devem ser lavadas apenas depois de frias;

  • Nunca encha ou mergulhe as panelas esmaltadas ainda quentes em água fria, pois isso pode causar danos irreversíveis ao esmalte;

  • Não coloque a panela quente em cima do mármore frio. Deixe que ela esfrie em cima do fogão já cheia de água com sabão para amolecer os resíduos grudados;

  • Também evite que elas sequem naturalmente para que o esmalte não fique com manchas.

  • Panelas de Cobre
    Panelas de cobre
    As panelas de cobre costumam ser revestidas internamente com teflon, aço inoxidável ou titânio.
    Preparo da panela antes do primeiro uso: Antes de utilizar pela primeira vez uma panela de cobre revestida com aço, unte o revestimento com uma camada de óleo de cozinha, leve ao fogo para aquecer até que o óleo comece a evaporar. Deixe esfriar e limpe-a com uma toalha seca. Isso evita que os alimentos grudem. Também é preciso retirar a resina protetora do cobre do lado externo da panela antes do primeiro. Faça isso passando um pano embebido com thinner na superfície de cobre.
    Uso no dia a dia: Use exclusivamente colheres, conchas e espátulas de nylon e plástico para mexer alimentos que estiverem sendo preparados nestas panelas, pois objetos cortantes, como facas e colheres de metal riscam o revestimento e com isso, a propriedade antiaderente ficará comprometida.
    Como lavar panelas de cobre:
    • Não use objetos cortantes ou de metal para raspar o que grudou na panela;
    • Apenas encha-a com água quente e um pouco de sabão e deixe os resíduos amolecerem por algum tempo;
    • Lave com sabão neutro, de preferência em barra;
    • Use esponjas de nylon firmes, mas não abrasivas;
    • Seque imediatamente após a lavagem.
    O que não usar: Não use palha de aço, esponjas abrasivas ou saponáceo em panelas de cobre.
    Dicas importantes:
    Para panelas de cobre não envernizadas
    • As panelas de cobre não envernizadas podem ir ao fogo. O cobre costuma desbotar após a utilização. Caso isso aconteça, você pode usar um produto limpador de cobre para devolver o brilho à panela. Aplique o produto usando sempre um pano macio e em movimentos circulares;
    • Para tirar manchas do cobre, prepare uma mistura em partes iguais de farinha de trigo e vinagre branco de maça. Esfregue com um pano macio até limpar, depois lave com água quente e seque bem;
    • Marcas de fogo também podem ser removidas usando uma mistura de sal e limão aplicada na panela com uma esponja dura;
    • Para remover azinhavres (mancha de oxidação), passe a metade de um limão num pires com sal e esfregue na parte manchada do cobre, depois lave e seque bem;
    • Panelas de cobre não podem ser colocadas em lava-louças.
    Dicas para panelas de cobre envernizadas:
    • As panelas de cobre envernizadas devem ser usadas apenas como travessas para irem à mesa. Elas são lindas e darão charme à apresentação de sua refeição;
    • As panelas de cobre envernizadas não devem ir ao fogo, pois se estragarão.
    panela de barro
    Shutterstock
    Panelas de barro
    Preparo da panela antes do primeiro uso: Antes de usar pela primeira vez, é preciso untar a panela de barro, inclusive a tampa, com óleo de cozinha ou banha e levar ao forno por 20 minutos. Caso esse processo não seja feito, a panela vai estourar e se despedaçar ao entrar em contato com o fogo pela primeira vez.
    Uso no dia a dia: Use exclusivamente colheres, conchas e espátulas de nylon e plástico para mexer alimentos que estiverem sendo preparados nestas panelas, pois objetos cortantes, como facas e colheres de metal riscam o revestimento e com isso, a propriedade antiaderente ficará comprometida.
    Como lavar panelas de barro:
    • Não use objetos cortantes ou de metal para raspar o que grudou na panela. Este procedimento riscará o fundo da panela fazendo com que da próxima vez que for usada os alimentos grudem ainda mais;
    • Apenas encha-a com água quente e um pouco de sabão ou detergente e deixe os resíduos amolecerem por algum tempo;
    • Lave com sabão neutro, de preferência em barra;
    • Use esponjas de nylon firmes, mas não abrasivas.
    O que não usar:
    Palha de aço, esponjas abrasivas, saponáceos.
    Dica importante:
    • Panelas de barro natural, sem nenhum revestimento devem ser guardadas untadas por dentro com óleo de cozinha para não ressecarem;
    • Panelas de barro não podem ser colocadas em lava-louças.
    Panelas de Pedra Sabão
    Preparo da panela antes do primeiro uso: assim como as panelas de barro, as panelas de pedra sabão precisam ser curadas antes do primeiro uso. Para isso, unte o utensílio interna e externamente, inclusive a tampa, com óleo de cozinha ou banha. Encha de água e leve ao forno por duas horas ou ao fogo e deixe a água ferver por 30 ou 40 minutos. Retire do forno ou fogo, espere a panela esfriar e repita o procedimento.
    Uso no dia a dia: Use exclusivamente colheres, conchas e espátulas de nylon e plástico para mexer alimentos que estiverem sendo preparados nestas panelas, pois objetos cortantes, como facas e colheres de metal riscam o revestimento e com isso, a propriedade antiaderente ficará comprometida.
    Como lavar panelas de pedra sabão:
    • Não use objetos cortantes ou de metal para raspar o que grudou na panela;
    • Apenas encha-a com água quente e um pouco de sabão ou detergente e deixe os resíduos amolecerem por algum tempo;
    • Lave com sabão neutro, de preferência em barra;
    • Use esponjas de nylon firmes, mas não abrasivas.
    O que não usar: Palha de aço, esponjas abrasivas, saponáceos.
    Dica importante:
    • Evite fazer frituras e dar choques térmicos em sua panela de pedra sabão;
    • Panelas de pedra sabão não podem ser colocadas em lava-louças.

    terça-feira, 5 de julho de 2011

    Inverno em alta temperatura no Nordeste

    Passe o inverno longe do frio!

    Inverno em alta temperatura no Nordeste
    Com a chegada do inverno chega a alta temporada para o turismo nas regiões mais frias do Brasil. Altas temporadas trazem preços mais salgados e turistas para disputar os melhores hotéis, restaurantes e atrações. Para quem quer fugir das filas, do burburinho e do frio, a dica é aproveitar a baixa temporada em uma região constantemente ensolarada: o Nordeste do país.

    A maior costa litorânea do Brasil

    O Nordeste possui 3.338 km de praias, a maior costa litorânea do país. No verão, alta temporada, é comum encontrar as praias da região cheia de turistas estrangeiros, o que acaba elevando os preços de hospedagem e alimentação. Na baixa temporada, entretanto, as praias ficam mais calmas e os preços mais acessíveis. Veja alguns destinos inesquecíveis:

    Arraial D'Ajuda - Bahia

    Em Arraial D'Ajuda nem só as praias são atrações turísticas. A forte presença da cultura baiana é um espetáculo a parte com danças típicas, músicas, artesanatos, crenças e claro, muita boa comida. A praia de Açaraípe tem como característica apresentar um grande número de conchas quando a maré está baixa: um deleite para as crianças.

    Fernando de Noronha - Pernambuco

     Praia
    Esta pode ser sua chance de conhecer este belíssimo arquipélago, sem gastar muito. Composto por 21 ilhas, Fernando de Noronha constitui uma das mais belas paisagens do país, apresentando preços bem mais em conta nas baixas temporadas. Uma de suas principais atrações turísticas é a Baía dos Golfinhos, embora não seja permitido tomar banho de mar, dali é possível contemplar dezenas de golfinhos saltando como se comemorassem a beleza deste lugar.
    Ilha de Crôa - Alagoas
    Este é um lugar ideal para contemplar as maravilhas da natureza. As areias brancas formam cenários inesquecíveis nas praias desta península apelidada de ilha por seus moradores e ainda há as regiões de mangue para se visitar. A Ilha de Crôa está situada a apenas 40 km de Maceió e entrecortada pelo rio Santo Antonio Grande, abriga uma das praias mais bonitas do litoral brasileiro: a Praia de Carro Quebrado.

    Porto de Galinhas - Pernambuco

     Porto de galinhas
    Distante apenas 70 km da capital pernambucana Recife, Porto de Galinhas é uma cidade enfeitada por praias paradisíacas e piscinas naturais de águas cristalinas. A cidade oferece ótima infraestrutura aos turistas, com opções variadas de hospedagem e alimentação. A praia de Maracaípe é famosa pelas altas ondas que favorecem a prática de esportes como o surf e o wakeboard.

    Praia da Pipa - Rio Grande do Norte

     Rio Grande do Norte
    A Praia da Pipa está localizada no município de Tibau do Sul, distante apenas 85 km da capital do Rio Grande do Norte, Natal. Com temperaturas médias girando entre 25 e 27 graus Celsius é possível deliciar-se nas águas quentes propícias ao mergulho com direito a contemplar tartarugas marinhas e golfinhos presentes na região.

    Nordeste: muito além das praias

    As belezas naturais do nordeste não se resumem ao litoral da região. Adentrando no continente, encontramos cenários igualmente deslumbrantes em lugares como a Serra da Capivara e no Delta do Rio Paranaíba.
    Outras belas opções de destino no nordeste são:

    Chapada Diamantina - Bahia


    Localizada ao centro da Bahia, a Chapada Diamantina abriga o leito de rios Paraguaçu, Jacuípe e Rio de Contas. A riqueza das águas nesta região de serras dá origem a belas cachoeiras e piscinas naturais.
    A Cachoeira da Fumaça é uma das atrações mais procuradas graças ao espetáculo dado pela queda de suas águas a 380 metros de altura. Além dela vale visitar também o Poço Encantado e conhecer algumas comunidades alternativas que ali se formaram, como o Vale do Capão.

    Parque Nacional de Sete Cidades - Piauí

    Com uma área de 6.221 hectares, situa-se a 18 km do município de Piracuruca e 162 km da capital Teresina. O nome do parque nasceu da divisão imaginária da área em sete cidades: Piscina dos Milagres, Arco do Triunfo, Cabeça de Dom Pedro, Gruta do Catirina, Pedra do Camelo, Pedra da Tartaruga e Reserva Ecológica. As cidades imaginárias guardam formações rochosas, cachoeiras, inscrições rupestres, além dos mistérios e lendas.

    Baixa temporada, baixos preços

    Além do sol, das praias e da natureza exuberante, o Nordeste também apresenta um rico patrimônio histórico cultural, com destaque para o folclore, festas populares, artesanatos e uma festejada e peculiar gastronomia. Em época de baixa temporada, as agências de turismo fazem atrativas promoções com pacotes que incluem passagens aéreas e hospedagem a preços bastante acessíveis. Basta escolher o destino, separar protetor solar e óculos escuros e ir pegar uma cor no sol de inverno do Nordeste.

    Saiba ajudar seu filho na escolha profissional

    Momento da escolha profissional

    mulher com dúvidas no computador
    Shutterstock
    O vestibular é considerado um divisor de águas na vida dos jovens. É o momento em que os adolescentes escolhem um curso para ingressar na universidade, ou seja, decidem qual profissão pretendem seguir. E é comum eles se sentirem indecisos e despreparados para fazerem essa escolha.
    Um alto número de estudantes desiste de seus cursos de graduação ou acaba não trabalhando na área em que se formou. Um dos motivos é a influência ou pressão da própria família para que o jovem siga os passos do pai ou da mãe optando pela mesma profissão para cuidar dos negócios da família ou simplesmente porque a carreira profissional dos pais foi bem sucedida. Isso é um dos maiores erros cometidos pela família nessa fase e deve ser evitado.
    A escolha profissional deve se basear nas habilidades, interesses e características pessoais do vestibulando. Só assim ele se dedicará realmente aos estudos e poderá se tornar um profissional realizado.

    Como a família pode ajudar na escolha profissional

    Mãe e filho no computador
    Shutterstock
    O ideal é que a família acompanhe o momento da escolha profissional com respeito e participação positiva. E como deve ser esta participação? A melhor forma de a família ajudar é ouvindo as dúvidas do filho e ajudando-o a buscar informações sobre as profissões, como áreas de atuação, remuneração, entre outros.
    Caso o adolescente apresente dúvidas na escolha da profissão, existem profissionais como psicólogos e orientadores vocacionais que podem ajudá-lo neste momento. Em alguns colégios, há profissionais que desenvolvem trabalhos para que os alunos identifiquem suas inclinações.
    Além dos conhecimentos, o emocional dos estudantes também está sendo testado no vestibular, por isso oriente seus filhos para que se dediquem, estudem e leiam muito. Isso fará com que se sintam seguros e otimistas no momento dos exames.
    Oriente seu filho a tentar deixar o nervosismo do lado de fora da sala de prova. Concentração é fundamental. Se ele não conseguir passar no vestibular, incentive-o a não desistir. Todo profissional bem sucedido é aquele que persiste e trabalha por melhores resultados, e isso também pode ser aplicado na hora de ingressar na universidade.

    Espante o frio com sete tipos de casaco

    Aqueça-se com elegância

    Tipos de casacos
    Polyvore
    Chegamos ao inverno, nossos casacos são enviados para a lavanderia e, aos poucos, nos livramos do cheiro de "guardado" das blusas e desempoeiramos botas e luvas. Para proteger nossos corpinhos do frio com estilo, há um grande leque de opções com peças bonitas e modernas.
    Para montar seu look de acordo com a sua rotina invernal, é importante entender mais sobre as peças que compõem o guarda roupa ideal para a estação, assim você poderá escolher o casaco certo para cada ocasião.
     Trench coat
    O trench coat foi criado por Thomas Burberry para proteger os soldados britânicos na Primeira Guerra Mundial do frio e da chuva no campo de batalha. Inclusive, o termo trench quer dizer trincheiras, buracos que os soldados mesmos cavavam para se proteger dos ataques inimigos. Um trench coat pode ser feito de algodão, couro ou gabardine , mas, atualmente, encontramos em diversos tecidos. O comprimento pode ser até o joelho ou além dele.
     Casaqueto
    O casaqueto é um paletó mais curto que o blazer . Pode vir com várias modelagens, mais amplo, com mangas curtas ou longas. Pode ser usado com blusas ou camisas por baixo. Geralmente possui um ou dois botões depois da gola e o comprimento segue aberto na cintura.

    Cardigã, parca, bolero e suéter

    Cardigã
    Polyvore
    O cardigã era parte do uniforme dos oficiais britânicos na Guerra da Crimeia (1853-1856) e recebeu esse nome em homenagem ao conde de Cardigan, general que comanda as tropas. A peça foi popularizada entre as mulheres por Coco Chanel nas décadas de 1920 e 1930, que usavam principalmente com vestidos e saias.
     Parca
    Peça impermeável, a parca ou anoraque parece um agasalho com capuz e é geralmente utilizada por praticantes de esportes ao ar livre. Na década de 1960, a juventude inglesa a vestia na cor verde-militar com o escudo da força aérea bordado.
     Boleros
    Os boleros são delicados e mais leves, o que ajuda a compor um look de inverno mais feminino. O comprimento das mangas pode variar, mas o da peça no corpo não deve ultrapassar a altura da cintura.
     Blazer
    O blazer é uma espécie de paletó mais estruturado e com moldes similares ao modelo masculino. Os tecidos podem variar desde o algodão, seda, cetim, Oxford, linho, crepe, entre outros. A maioria vem em modelos retos e mais compridos, chegando à altura dos quadris.
     Suéteres
    O suéter é também uma peça mais leve, quase como o cardigã, porém é fechado, sem os botões. O modelo se adapta também à moda masculina, podendo ser sobreposto a camisas.
    Color block é tendência no inverno

    Previna doenças respiratórias

    Diferenças ente gripe e resfriado

    Mulher assoando o nariz
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    A queda da temperatura no centro-sul brasileiro pinta o quadro perfeito para o aumento da incidência de doenças respiratórias. As oscilações térmicas, a umidade relativa do ar quase desértica, o agravamento da poluição e as aglomerações em ambientes fechados são propulsores das infecções das vias aéreas superiores, as que mais atingem a população de acordo com médico pneumologista Bernardo Kiertsman.
    Dentre os males, os mais comuns são a faringite, amigdalite, sinusite, resfriado e gripe. Os sinais parecidos acabam confundindo as duas últimas, mas o especialista explica que a diferença está no vírus, na gravidade dos sintomas e na duração do ciclo.
    O resfriado é geralmente provocado pelo rinovírus e se manifesta em um quadro leve de obstrução nasal, coriza e tosse que dura entre cinco e sete dias. Não há o comprometimento do estado geral que ocorre na gripe, trazida pelo vírus influenza, aquele combatido pelas vacinas. Além dos sintomas do resfriado, a pessoa gripada sente febre alta e dor no corpo.
    Doenças virais não têm cura, porém o ciclo pode ser amenizado com repouso, alimentação rica em nutrientes e bastante líquido. Sempre que os sintomas do resfriado demoram a passar, o médico deve ser procurado. "Os vírus são a porta de entrada para a infecção bacteriana, pois o catarro é a zona de cultura do micro-organismo", alerta Kiertsman. A baixa resistência aumenta a propensão à pneumonia bacteriana, que pode ser a consequência de uma gripe não tratada. Por isso, idosos, crianças e gestantes devem tomar mais cuidado.
    A rotina das crianças oferece mais um agravante. As escolinhas são verdadeiros viveiros de bactérias, que facilitam a contaminação e também as crises de doenças respiratórias alérgicas como asma e rinite, tratadas na página seguinte.

    Asma e rinite

    Criança respirando com inalador
    Shutterstock
    Ambas são doenças inflamatórias desencadeadas por infecções virais - gripe e resfriado - e pelos chamados gatilhos - poeira, cigarro, mudança brusca de temperatura, pelos de animais. Enquanto a asma se origina no brônquio, a rinite ataca o nariz provocando espirros e coceira.
    "O quadro de rinite é mais arrastado, o paciente tem prurido (coceira ou comichão), obstrução e coriza. Tem gestual próprio, quando coça o nariz, que chamamos de saudação do alérgico", explica o pneumologista. A rinite é diagnosticada com uma anamnese, entrevista com o paciente, ou com testes alérgicos, que podem ser realizados no sangue ou na própria pele.
    A falta de ar da rinite é causada pelo entupimento do nariz, já os asmáticos perdem a respiração por outro motivo. Diante de um gatilho, ocorre o processo de hiper-reatividade que diminui o calibre do brônquio, espécie de cano que leva o ar para o pulmão, e dificulta a passagem do ar. Tosse, chiado e aperto no peito também são sintomas comuns da asma.
    Asma e rinite são doenças genéticas sem cura, mas podem ser controladas com medicamentos e hábitos domésticos que mantenham distância do ácaro, protagonista das crises alérgicas. "Cuidar da higiene dos ambientes, não usar espanador nem vassoura, o mínimo de carpete, não acumular objetos sobre móveis", orienta Kiertsman, que também é diretor do departamento de pediatria da Associação Brasileira de Asmáticos (ABRA).
    Entre os anti-inflamatórios que combatem a asma, os mais potentes e eficientes são os corticosteróides administrados preferencialmente por inalação. Dependendo da gravidade, podem ser administrados em doses diversas, isolados ou associados a outros medicamentos. Segundo Kiertsman, 50% das crianças asmáticas não vão manifestar a doença na fase adulta, o que se justifica pela adaptação do indivíduo às condições adversas e ao desenvolvimento da anatomia dos brônquios.

    Será o fim das sacolas plásticas?

    sacolas de plástico no supermercado
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    Sacolas plásticas já foram sinônimo de praticidade, quando surgiram em 1950. Hoje, depois de mais de sessenta anos de utilização, elas se tornaram as grandes vilãs do meio ambiente. Explica-se: o plástico polui - e muito.
    É um engano dizer que o plástico demora 500 anos para se decompor na natureza. Plásticos nunca se decompõem. "Por ser um subproduto artificial do petróleo, não existem microrganismos na natureza capazes de decompor esse material", afirma Sandro Donnini Mancini, engenheiro de materiais e professor da Universidade Estadual Paulista.
    Mancini ainda alerta que até as sacolas "oxibiodegradáveis" não são realmente degradáveis, como informam os fabricantes. O que acontece com esse tipo de sacolas plásticas é que as moléculas se fragmentam e somem, porém, não existe ainda nenhuma comprovação científica de que elas sejam realmente decompostas. "Elas também são feitas de petróleo como as outras, e não podemos ainda ter certeza de como ocorre o processo de degradação desse plástico" enfatiza.
    Já que plásticos não se degradam naturalmente, as substâncias químicas que compõem esse material ficam no meio ambiente e contaminam o solo. Essas substâncias são tóxicas e podem afetar o crescimento, a reprodução e o desenvolvimento de seres vivos. E os males são ainda maiores, pois as tintas utilizadas na impressão das sacolas possuem cádmio, um metal pesado e igualmente tóxico.
    sacolas plásticas no meio ambiente
    Shutterstock
    Um estudo aprofundado sobre o lixo, realizado por Sandro Mancini na cidade de Indaiatuba, interior do estado de São Paulo, dá uma ideia da quantidade de lixo plástico que geramos. Segundo a pesquisa, feita em 2005, durante um ano foram descartados 7.600 quilos de sacolas plásticas por dia na cidade, ou seja, 5,67% do lixo total produzido no dia são sacolinhas.
    Segundo Haroldo de Mattos, engenheiro ambiental e professor da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o problema das sacolas de plástico é o alto custo da reciclagem. "Não devemos jogar fora sacos plásticos, e sim reciclá-los." Porém, segundo o especialista, a reciclagem desse material é muito cara. Para Haroldo, o governo deveria incentivar o processo de reciclagem, diminuindo os impostos sobre o plástico reciclado, gerando assim novas alternativas para as sacolinhas.
    Para diminuir o impacto no meio ambiente, a prefeitura de São Paulo sancionou a lei nº 15.374/2011, que proíbe a distribuição gratuita ou venda de sacolas plásticas na cidade. Também serão proibidas sacolas com a rotulagem de degradáveis, como as oxidegradáveis, oxibiodegradáveis, fotodegradáveis e biodegradáveis, ou as que tenham mensagens que indiquem suposto benefício ecológico.
    Porém, o Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu, em caráter liminar, a lei que proíbe a distribuição das sacolinhas plásticas aos consumidores. O autor da ação é o Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo.
    Em Belo Horizonte, as sacolas plásticas também foram proibidas. A lei nº 9.529/08 prevê a substituição do uso de saco plástico de lixo e de sacola plástica por saco de lixo ecológico e sacola ecológica. Calcula-se que desde que a lei entrou em vigor, em abril de 2011, 75% dos consumidores da capital mineira passaram a levar suas próprias sacolas reutilizáveis para as compras.
    Lixo com sacolas plásticas
    Shutterstock
    Haroldo de Mattos acredita que proibir não é a melhor saída. Segundo ele, se as sacolas brasileiras fossem feitas com a qualidade que são feitas as sacolas europeias, poderíamos reutilizá-las sem problemas. "Nossas sacolas não possuem qualidade, mas o ideal seria reutilizarmos para outros fins, assim aumentaríamos a vida útil do plástico e diminuiríamos a produção desse material".
    Haroldo lembra ainda que, segundo o Ibope, 80% das pessoas que fazem compras de supermercado usam o transporte coletivo. "É complicado para uma dona de casa colocar, por exemplo, uma água sanitária em uma sacola de pano e esse produto vazar no meio do ônibus. Nesse aspecto, a sacola de plástico é insubstituível, possui vantagens enormes comparado aos outros materiais" afirma.
    Segundo o engenheiro ambiental, uma opção seria vender as sacolas , e não distribuir gratuitamente nas lojas e supermercados. "Estipular um preço seria valorizar a sacola plástica, e assim as pessoas iriam reutilizá-las e pensariam melhor antes de jogar fora", opina Haroldo.
    Jussara Kalil Pires, coordenadora da câmara temática dos resíduos sólidos da ABES (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental) acredita ser altamente questionável a proibição de sacolas plásticas. " Acho válido apenas para rever e reavaliar os hábitos de consumo , pois o problema é o consumo desenfreado, e não as sacolas".
    Também hoje utilizadas para o descarte de lixo orgânico, muitas pessoas terão que comprar sacos próprios para armazenar o lixo, o que, na visão de Jussara, não mudará muito o problema da poluição. "O problema de sacolas plásticas ainda existirá, e não tem outro modo melhor para o descarte desse lixo, pois as sacolas impedem a contaminação, e, segundo alguns engenheiros, até ajudam na estrutura dos aterros sanitários".

    ecobag e sacolas plásticas
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    Com ou sem lei, a moda das sacolas ecológicas já pegou. Pensar em alternativas para levar as compras do supermercado para interferir menos no ambiente é cada vez mais necessário. Escolha a sua sacola ideal.
    Ecobag - são feitas em TNT (tecido não tecido), ráfia, vinil ou lona. Recicláveis, são também fáceis de lavar e de transportar - dá para dobrar e colocar dentro da bolsa, assim você sempre vai ter uma, caso não esteja na sua programação ir ao supermercado, mas no meio do dia você precise ir. Outra vantagem é o preço, essas sacolas normalmente são baratas e já são encontradas na maioria dos supermercados.
    Carrinhos de lona - são carrinhos com rodinhas, como aqueles antigos usados para fazer feira, mas agora são modernos e protegidos por lona. Ideal para grandes compras suportam até oito quilos, alguns modelos são dobráveis, ocupam pouco espaço e não exigem que você faça muito esforço para levar suas compras.
    Caixas de papelão - para quem usa o carro como transporte, uma boa alternativa são as caixas de papelão, fornecidas no próprio supermercado. Elas são grandes e comportam muito peso, porém não são tão práticas.


    Como arrumar a mala de viagem

    Mulher fazendo as malas
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    Na hora de viajar, para não esquecer coisas importantes como dinheiro, documentos, joias, passagem ou voucher de viagem, uma bagagem de mão que caiba nos compartimentos superiores do avião pode ser uma solução, mas tenha cuidado nos aeroportos. Se preferir, use o cinto porta-dinheiro embaixo da roupa para travelers cheques e documentos pessoais como o passaporte - sua identificação em outros países - que deve estar sempre à mão.
    Coloque nessa bagagem coisas que você não suportaria perder e aquelas que poderiam ser colocadas em sua bolsa, mas são pesados, como remédios, câmera fotográfica e filmadora.
    Monte um kit de emergência para uma eventualidade, extravio de malas, por exemplo. Leve escova e pasta de dentes, fio dental, escova de cabelos, meia, lingerie, camiseta, malha. Faça isso para todos da sua família. Adicione lenços umedecidos que sempre são muito úteis para higienizar.
    Objetos cortantes como tesouras, lixas metálicas, pinças e alicates não são permitidos. Geralmente podem ser levados itens em gel, líquido ou aerosol que não ultrapassem três onças (cerca de 80 gramas), mas devem ser colocados em sacos plásticos transparentes e lacrados. Consulte a empresa aérea pela qual vai viajar e veja quais as restrições específicas para o seu destino.
    Mulher arrumando a mala
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    Coloque tudo em cima da cama para visualizar o que está levando. Em um caderno, divida os dias da semana em que estará viajando e faça toda a programação colocando as roupas, sapatos e acessórios que vai utilizar. Descreva cada item colocado, isso também ajudará para não esquecer nada na hora de voltar para casa.
    No fundo da mala coloque calças compridas dobradas ao meio, depois peças maiores como vestidos. Inclua pijamas, chinelo, camisas, suéteres e peças íntimas. Escolha peças de cor neutra para favorecer a combinação. Leve sacos plásticos que podem servir para colocar as roupas sujas.
    Coloque as meias dentro de sapatos acondicionados em sacos que podem ser de tnt ou de tecido encontrados em lojas de sapatos. Arrume nos cantos da mala as lingeries e camisetas enroladas. Deixe um canto para o nécessaire. Por cima, coloque casacos maiores. Veja como utilizar o saco a vácuo:
    Tente embarcar vestindo tênis ou bota, pois são itens mais pesados. Para facilitar deixe a roupa que vai usar no dia do embarque pendurada em um cabide com a bolsa, o sapato e todos os acessórios que você for usar.
    Etiqueta de identificação na mala
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    Identifique as malas por dentro e por fora colocando seu nome, telefone e endereço residencial. Quando você identifica sua mala por dentro, ficará mais fácil encontrá-la caso a etiqueta externa seja extraviada.
    Remova etiquetas de voos já realizados, tranque a mala e guarde as chaves em um lugar fácil de encontrar. Se for cadeado com segredo, escolha um número ao qual você já esteja familiarizado.
    Para facilitar o acesso à bagagem na hora da esteira coloque algum detalhe que a identifique como uma fita, um adesivo ou um lacre colorido. Mesmo com esses cuidados, sua bagagem pode ser aberta pela alfândega. Caso isso ocorra você encontrará um aviso dentro de sua mala.
    Viajar significa trazer lembranças e fazer compras. Uma dica é comprar uma mala no local visitado para trazer o que comprou. Lembre-se de consultar o limite de peso para não pagar excesso de bagagem.


    A Historia do bolo de chocolate

    O quitute que nunca sai de moda

    A História do bolo de chocolate
    Um veio do Egito Antigo e o outro da América pré-colombiana. A parceria entre bolo e chocolate existe há mais de três séculos e continua dando certo. Presente em datas festivas ou num rotineiro lanche da tarde, o bolo de chocolate não precisa de hora para ser degustado.

    O bolo

    No Egito Antigo correspondia a pães adoçados com xaropes de frutas, tâmaras e passas. Mais tarde, no período renascentista, a iguaria foi aperfeiçoada pelos romanos, que dominavam a técnica da fermentação. Eles a batizaram de bolo por causa do formato redondo, vindo de bola.
    Também foram os romanos que introduziram bolos em eventos comemorativos. Alguns historiadores apontam que, em casamentos, as famílias ricas preparavam massas com ingredientes especiais e as ofereciam aos deuses. Os bolos não eram comidos, mas amassados e arremessados na direção da noiva, como fazemos hoje com os punhados de arroz.
    A tradição de bolos decorados teria começado nos casamentos da realeza européia do século XVI. O primeiro bolo de andares foi a sensação da cerimônia que uniu a italiana Catarina de Médici e o rei da França Henrique II.
    Os bolos demoraram a sair dos banquetes da nobreza por conta do alto preço e difícil acesso aos ingredientes básicos, além do trabalho para prepará-lo. O torrão de açúcar, por exemplo, tinha que ser cortado, sovado e peneirado.

    O chocolate

    Chocolate
    O chocolate foi uma das riquezas exploradas pelos espanhóis no Novo Mundo. Antes da colonização, os maias cultivavam cacau e extraíam um líquido amargo de suas sementes. Temperavam a bebida chamada de xocoaltl com baunilha e pimenta e a tomavam para combater o cansaço.
    Com a chegada de Colombo, os espanhóis começaram a plantar cacau nas terras americanas e exportar chocolate para a Europa a preços altíssimos. Assim como o bolo, o chocolate só era consumido pela alta sociedade. Somente com a Revolução Industrial o chocolate foi popularizado. Foram criadas máquinas de espremer manteiga de cacau que conseguiram tornar o chocolate mais consistente e durável.
    Em pó, tablete, ao leite, branco, amargo, com amendoim, avelã, com ou sem recheio. Hoje o chocolate pode ser encontrado em diversas formas. A ciência comprovou que, além de rico em nutrientes, o chocolate dá prazer. Sua natureza doce e gordurosa estimula a produção de serotonina, substância que melhora o humor.
    Mulher comendo bolo

    Bolo + chocolate = delícia

    No século XVII, enquanto o chocolate era exclusivamente bebido, os confeiteiros ingleses estudavam uma forma diferente de consumi-lo. Em 1674, tiveram a brilhante ideia de adicionar cacau às misturas de bolos e servir a nova fórmula em empórios. Começou aí uma combinação que ao longo do tempo ganhou várias receitas. Conheça a origem de duas famosas receitas de bolo de chocolate:
    Petiti gâteau
    Petit gâteau- Esquentar demais o forno não é de todo mal. Em um acidente desses surgiu o petit gâteau, pequeno bolo de chocolate com casca crocante e recheio cremoso. Não se engane com o nome francês, pois foram os americanos os criadores da receita. Nos anos 90, um aprendiz de chefe de cozinha aqueceu demais o forno e o quitute acabou agradando os clientes.
    Floresta negra - Afirma-se que o bolo floresta negra foi inventado em 1915, na cidade alemã de Bonn. A receita do bolo de chocolate com cereja foi deixada de herança pelo pâtissier Josef Keller e ganhou o mundo. O nome é uma homenagem à Floresta Negra, cadeia de montanhas do sudoeste da Alemanha. O chocolate simboliza a escuridão natural e suas lascas na cobertura representam as cascas das árvores das florestas.

    Jardim vertical em casa

    Transforme sua parede em um belo jardim

     Jardim vertical em casa
    Foto: Paula Magaldi
    O jardim vertical consiste em plantas dispostas em paredes em forma de painéis e são a solução para quem não dispõe de muito espaço, mas sonha ter um jardim em casa. Os jardins verticais que revestem muros e até fachadas economizam espaço, trazem amplitude ao ambiente, reduzem a poluição sonora, visual, do ar, e proporcionam a maravilhosa sensação que a natureza e o verde trazem para dentro de casa.
    estrutura do jardim vertical
    As estruturas para montar um jardim vertical são diversas. Entre elas estão a de fibra de coco, a de ferro, alvenaria e barras de aço com pintura eletrostática. A variedade de plantas que se pode utilizar na construção de um jardim vertical é grande. É possível ter apenas uma espécie ou fazer diferentes composições com maciços de Alpínia, ripsális, orquídeas, chifre-de-veado, peixinho, madressilvas, falenópsis, a tradicional samambaia, etc. Em espaços externos, você deve preferir plantas resistentes ao tempo e à luminosidade.
    Como regar as plantas do jardim vertical?
     área externa com jardim vertical
    O sistema de irrigação do jardim vertical é todo automatizado, embutido na própria estrutura, composto por um reservatório próprio, no qual o gotejamento é autocompensado e não drenante. Isso permite a distribuição da mesma quantidade de água entre as plantas ou em cada vaso, recolhendo o excesso para ser usada novamente, sem ocasionar vazamentos nem umidade, evitando desperdício e doenças como a dengue. Assista ao vídeo com a paisagista Paula Magaldi falando mais sobre jardins verticais.

    Do que são feitos edredons, mantas e cobertores

    edredons coloridos e almofadas
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    Edredons, mantas e cobertores são peças indispensáveis em casa e são úteis não apenas para aquecer, mas também para decorar os quartos. A aquisição de roupas de cama de qualidade para o inverno pode garantir peças duradouras, mas é preciso saber escolher entre as inúmeras opções oferecidas pelo mercado.
    A microfibra atualmente é considerada um dos melhores materiais para a fabricação de mantas e cobertores. Os fabricantes costumam submeter seus produtos a tratamentos antiácaros e antimofo, prevenindo alergias. O material, além de ser leve, proporciona toque suave e aquece bem mesmo em regiões muito frias. Conheça a seguir as características de alguns outros produtos disponíveis no mercado.
    Mantas de lã Merino e mantas de lã Cashmere
    bebê entre mantas
    Bebês recém-nascidos são muito sensíveis ao frio e, mesmo em estações quentes, precisam se proteger das oscilações de temperatura. Como têm a pele sensível, vale investir em mantas e cobertores fabricados com fibras naturais, leves e que permitam a respiração de sua pele. O algodão é sempre uma boa opção e há também mantas feitas de lãs de qualidade como a merino.
    A lã merino recebe esse nome por ser extraída de uma raça de carneiros originários da região Ibérica. Ela é especialmente indicada para as crianças por ser uma fibra natural capaz de atender às oscilações de temperatura do ambiente. Na verdade, elas se regulam pela própria temperatura do corpo dos bebês, por isso se adaptam tanto às estações mais quentes quanto às mais frias. São altamente absorventes, o que ajuda a manter a pele dos bebês seca. Também são antibacterianas naturalmente, por isso não precisam ser lavadas com frequência, basta colocá-las para arejar à sombra.
    Já as macias e finas mantas de Cashmere são produzidas a partir da lã de cabras da região de Caxemira, localizada entre as montanhas do Himalaia. O nobre material dá origem a mantas leves, duráveis, brilhantes e muito quentes. As fibras da lã de cashmere são muito versáteis e podem gerar tanto peças de vestuário e de decoração, quanto cobertores mais grossos e suficientemente quentes para os invernos mais rigorosos.

    regulador de calor de cobertor elétrico
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    Para quem mora nas regiões mais frias, ou pretende viajar para um lugar muito frio, vale investir em um cobertor elétrico ou lençol térmico. São chamados de lençóis térmicos aqueles produtos que devem ser colocados entre o lençol de baixo e o colchão, ou seja, são feitos para que se deite sobre eles.
    Os cobertores elétricos possuem um sistema semelhante a uma malha espalhada em seu interior, responsável por gerar calor. Os produtos de maior qualidade possuem gradação térmica e proteção contra choques. O consumo de energia é baixo. Esse tipo de produto pode servir para aliviar dores musculares e garantir noites de sono quentinhas sem a necessidade de se usar várias camadas de cobertores, ou espaçosos edredons.
    Embora utilizem recursos avançados de segurança, convém observar alguns cuidados em seu uso. Portadores de marca-passo devem consultar um médico antes do uso desse tipo de cobertor. Diabéticos com perda de sensibilidade tátil também devem evitar o uso de cobertores elétricos, pois podem não perceber falhas em seu funcionamento. Compre apenas produtos com selo Inmetro e monitore sempre as crianças ao utilizarem o produto.
    Preenchimento acima de 650 é luxuoso
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    Mas se você prefere um edredom, o primeiro passo é determinar o quanto você quer pagar por ele. Tenha em mente as medidas da sua cama para evitar edredons muito grandes. Eles podem ser sedutores, mas são mais pesados, ocupam maior espaço no armário e por isso podem não ser a escolha mais prática para os solteiros, por exemplo. Mesmo se considerar que tamanhos maiores lhe oferecem também maior conforto, meça sua cama antes para evitar que os edredons se arrastem no chão.
    A capacidade de esquentar de um edredom depende, sobretudo, do material com o qual é preenchido. Os tipos mais comuns de edredons são produzidos com mantas de poliéster siliconado, um material leve que retém o calor do corpo, revestidos com uma capa de tecido. As capas de qualidade possuem as mesmas características dos melhores lençóis, fibras naturais (preferencialmente o algodão), maior número de fios por polegada quadrada e tramas mais resistentes.
    Também encontramos facilmente edredons preenchidos com penas. Os edredons com penas de ganso possuem a vantagem de serem ao mesmo tempo leves e muito quentes, embora também mais caros. As penas de ganso são eficientes mesmo em regiões de invernos rigorosos. Esse tipo de produto é classificado de acordo com sua capacidade de resiliência - poder de preenchimento - que acima de 650 é considerado luxuoso.
    Alguns modelos de edredons possuem estruturas internas que previnem seus "recheios" de se deslocar sob as camadas do tecido que o revestem. Mesmo que os edredons de plumas pareçam leves e macios, as fibras que os compõem internamente, por serem muito finas, podem vazar por entre o tecido de revestimento.
    Cuidados na hora de lavar esse tipo de roupa de cama
    • Edredons: As capas para edredons facilitam muito a higienização dos produtos já que podem ser lavadas normalmente junto com os lençóis. Porém, se os modelos que você possui em casa não são protegidos por capas, o melhor é recorrer a uma lavanderia especializada para garantir que não sofram atrito excessivo e se desgastem. Também não é recomendado passar os edredons, pois o calor do ferro poderá deformar o "recheio" deles.
    • Para lavar lençóis, cobertores e mantas, evite usar produtos fortes e não use a capacidade máxima da máquina de lavar. O sabão neutro é eficaz e, por ser menos agressivo, ajuda a manter suas peças com cores vivas por mais tempo. Seque à sombra.